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⭐ Piracicaba, 3 de abril de 2025 ⭐

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Público prestigia ação ao Dia Mundial do Rim na Santa Casa

O vice-prefeito Sérgio Pacheco Jr e as organizadoras do evento Mileni Leopoldino,  Sarah Mazutti Hortense e Fernanda Vasques

Evento propôs um olhar mais atencioso para as doenças renais crônicas, que tem prevalência global de 13%

Foi muito bem prestigiada a ação organizada pela Unidade de Nefrologia da Santa Casa de Piracicaba, na manhã do último dia 13 de março, em comemoração ao Dia Mundial do Rim. Na plateia do evento, intitulado “Cuidando de Quem Cuida”, alunos da Faculdade de Medicina Anhembi Morumbi, profissionais nutricionistas, enfermeiros, médicos e funcionários da rede pública de saúde.

Atentos, eles acompanharam palestras com a médica nefrologista Fernanda Vasques Andres, que falou sobre “Doenças Renais Crônicas”; e com e especialista em gestão de negócios Delimaik Coelho, sobre o “Diagnóstico Genético da Doença de Fabry”; além de depoimentos de pacientes do Serviço de Nefrologia da Instituição.

Marcaram presença no evento a administradora da Santa Casa Vanda Petean, o diretor técnico André Gervatoski, o coordenador da Clínica Médica, Alex Gonçalves; e o vice-prefeito e secretário municipal de saúde, Sérgio Pacheco Jr.

Segundo ele, “o rim é tão importante, que Deus nos deu dois rins e, mesmo assim, a gente se esquece do perigo inerente às doenças renais crônicas”.

Sérgio Pacheco alertou para o alto custo financeiro e, sobretudo, social de uma doença que afasta o paciente de muitas de suas funções para se submeter ao tratamento dialítico.

“A Prefeitura tem feito a sua parte, melhorando a estrutura pública de saúde para melhor assistência a esses pacientes”, disse.

A enfermeira coordenadora da ação, Mileni Leopoldino, lembra que cerca de 154 mil pessoas estão em hemodiálise no Brasil; número que, segundo ela, só tende a crescer visto que as principais causas são diabetes e hipertensão arterial, doenças cada vez mais prevalentes na população. Atualmente, a Unidade da Santa Casa mantém 207 pacientes em hemodiálise e outros 53 em diálise peritoneal.

“Por isso, ainda em 2017, iniciamos nossas ações junto à população, promovendo evento na Praça José Bonifácio, com distribuição de material informativo, orientação médica à população e medição da taxa de glicemia e pressão. Nos anos seguintes, o evento foi para a área externa da Santa Casa para atendimento ao público e, agora, em 2025, voltamos o foco para os profissionais da saúde, para que ele não se esqueça de olhar e de cuidar de si mesmo”, disse.

A nefrologista Sarah Mazutti Hortense, coordenadora médica da Unidade de Hemodiálise da Santa Casa, lembrou que a Instituição é referência regional em assistência às doenças renais crônicas, mantendo para isso um ambulatório de especialidade para atender pacientes que se encontram nos estágios 4 e 5 da doença.

“Nesta fase, o paciente ainda não faz hemodiálise e, para retardar ao máximo esse processo, ele passa a ser acompanhado de forma mais ampla pelo nefrologista e preparado para iniciar tratamento de terapia renal substitutiva, por meio da hemodiálise ou diálise peritoneal, se necessário”, explicou a nefrologista, lembrando que, hoje, o ambulatório assiste a uma média de 300 pacientes.

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