Desde o último dia 7, face a ataque do grupo palestino Hamas a Israel, israelenses e palestinos estão novamente em guerra.
Não se pode ignorar os fundamentos históricos dessa disputa. Mas também não se pode ignorar que, sob o jugo do Estado de Israel, o povo palestino tem sido relegado ao confinamento e à humilhação.
Assim como Israel, o povo palestino tem o legítimo e inequívoco direito a erigir o seu Estado Soberano. Esse desiderato precisa ser desenhado e alcançado na mesa de negociações entre as partes e com o firme apoio internacional no âmbito da Organização das Nações Unidas, e não pelo impulso do ódio e pela força das armas.
A Humanidade já assiste, perplexa, as hostilidades entre Rússia e Ucrânia, que contabiliza um rastro devastador de perdas humanas. Agora se soma o conflito entre palestinos e israelenses, que pode arrastar outros países do Oriente Médio. As potências tomam partido nessa escalada, revelando interesses estranhos à paz mundial. A ONU está enfraquecida e tem dificuldades para coordenar os esforços de paz. Tudo isso a revelar a escassez de lideranças e a desgovernança globais.
O Instituto de Estudos e Defesa da Democracia – IPEDD vem a público para declarar enfaticamente seu apelo para que as partes em conflito não se afastem dos princípios humanitários e se sentem à mesa de negociações para construir a paz. A paz duradoura.