Reunião apresenta Conselho e Comitês para desenvolvimento de novas práticas sustentáveis
O século 21 é marcado por demandas sociais urgentes e é necessário atenção de toda a sociedade para as questões que contribuem para a construção de um mundo mais sustentável.
Consciente desta necessidade, o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Piracicaba e Região, também adota práticas sustentáveis seguindo os padrões ESG, que na tradução são questões de ordem Ambiental, Social e Governança.
Na manhã de sexta-feira, dia 01, diretoria e funcionários estiveram reunidos no Clube Recreativo para discutir as práticas já existentes e nomear o Conselho Gestor, formado pelos diretores Wagner da Silveira, Hugo Liva Junior e Evaldo Marcio Ferezini e os Comitês, que estarão a frente os funcionários, Davi dos Santos Cruz (Ambiental), Marta Regina de Lara Gosta Gouveia (Governança) e Flavia Góes Vieira Salgueiro (Social).
Atualmente, o Sindicato tem várias práticas adotadas, no Clube Recreativo instalou placas de energia solar, são 426 módulos com geração anual de 345.000 KMH, que pode gerar uma economia de até 90% na conta de luz.
Especialistas cuidam dos dados dos sócios, garantindo segurança e uso adequado das informações adotando mais uma prática e respeitando, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
A atenção a capacitação também faz parte da rotina do Sindicato. Recentemente foi assinado junto a Faculdade Pecege, o deputado estadual, Helinho Zanatta e o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas, de Material Elétrico, Eletrônico, Siderúrgicas e Fundições de Piracicaba, Saltinho e Rio das Pedras (Simespi), o protocolo de intenções para promover ações de capacitação e inserção dos jovens de 16 a 18 anos no mercado de trabalho.
Segundo o presidente Wagner da Silveira (Juca), “Essa é uma tendência mundial de negócios, e fará cada vez mais parte da rotina do nosso Sindicato. Hoje, demos um grande passo na formação do Comitê, do Conselho e a apresentação da logomarca do projeto. Vamos seguir oferecendo iniciativas para fomentar e impulsionar iniciativas transformadoras”.
A entidade busca ser agente de mudanças, e até o momento não há conhecimento de algum Sindicato que tenha implantado o projeto ESG, “Queremos desenvolver práticas para a construção de uma sociedade mais justa, com bem-estar e qualidade de vida para todos. Essa sempre foi uma marca do nosso Sindicato”, conclui Wagner.
A partir de agora, reuniões serão agendadas com Conselho e os Comitês, que terão mais integrantes entre diretoria e funcionários em sua composição.